segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ATIVIDADE DE LEITURA DE NOME PRÓPRIO

1. Pegar o nome no chão
A professora irá colocar no chão as fichas de chamada e pedir que 
as crianças, de um em um, retirem seu nome e coloquem no canguru 
ou mesa. 
Obs.: Os alunos que já conhecem seu próprio nome, a professora 
indicará o nome de um colega que deverá ser pego. 

 
2. Ditar os nomes para a professora. 
Perguntar às crianças quem tem o nome que inicia com a letra “A”, a crianças mostra sua ficha e o profº escreve o nome numa listagem. As crianças que não conseguirem identificar a letra inicial terão 
auxílio do profº, que mostrará na reta alfabética ou escreverá a letra 
na lousa para que as crianças identifiquem melhor. 
Terá o mesmo procedimento com todas as letras do alfabeto. 
Essa listagem deverá ser utilizada como apoio para escrita do 
próprio nome e dos colegas, para marcar os ajudantes do dia, etc. 

  
3. Leitura dos nomes. 
O profº fará chamada mostrando o cartão de chamada e fazendo 
intervenções como: 
De quem será este nome? 
Adivinhe se puder! Mostrar a primeira letra enquanto cobre as 
demais e vai descobrindo as letras (utilizando outro cartão) conforme 
as crianças falam os nomes. Falar a letra inicial do nome do referido 
cartão. 
Obs.: Repetir várias vezes. 

 
4. Localizar seu nome na lousa. 
O profº escreve o nome das crianças na lousa. 
Cada criança deverá identificar o próprio nome e apagá-lo 
ou circulá-lo. 

 
5. Procurar seu nome para escolher a atividade do Diversificado. 
Cada cadeira estará na roda identificada com um nome 
(utilizar o cartão de chamada). A criança deverá procurar o seu nome 
e levar a cadeira no cantinho que deseja trabalhar. 
Variação: esta atividade poderá ser feita com a brincadeira da dança 
da cadeira, na qual o profº organiza as cadeiras em círculo com as 
fichas em cima, conforme a música for parando, a criança que parar 
no seu nome pode sentar e assim espera até o último a 
pegar e sentar. 

  
6. Brincar de roda com nomes. 
Formar uma roda com as crianças colocando as fichas de chamada 
na frente de cada um. 
Dar as mãos e cantar a música “roda, roda, roda, pé, pé, pé, roda, 
roda, roda, caranguejo peixe é”, neste momento a roda deverá 
parar e a criança que parou em frente 

Retirado da Revista Gestão Escolar



http://atividadesdealfabetizacaodatialiu.blogspot.com.br/search/label/Alfabeto%20M%C3%B3vel

sábado, 10 de dezembro de 2016

EU SOU FILHO .....


10 fatos contemporâneos para refletir sobre racismo no Brasil

Senta aqui, amiga, precisamos conversar sobre o mito da democracia racial. Precisamos mesmo!


É muito comum ouvir que não há mais racismo no Brasil. Isso poderia ser um indicativo de que realmente vivemos a sonhada democracia racial, mas não é! Essa visão equivocada na verdade diagnostica algo preocupante: a absoluta falta de conhecimento a respeito da realidade alheia. É preciso abrir os olhos para avaliar o que nos cerca e é preciso aprender a ouvir o outro. Só assim dá para ter mais conhecimento sobre o que é a opressão racial. Afim de refletir melhor sobre o tema chamamos ao debate Djamila Ribeirosecretária-adjunta da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, mestra em filosofia e pesquisadora focada em política, feminismo e identidade negra.
Então aí vão 10 apontamentos para refletir sobre o racismo no Brasil de hoje.

1. A falta de conhecimento sobre o que significa a palavra “racismo”.

“Muitas pessoas confundem racismo com preconceito. Na verdade ele é um sistema de opressão que confere privilégios a um grupo racial em detrimento de outro. A ofensa racista é apenas uma das formas de sinalizar o racismo. É preciso ter uma noção mais ampla disso”, explica Djamila. Identificar esse erro comum é o primeiro passo para compreender o problema de fato.

2. Onde estão os negros?

Você já ouviu falar no “teste do pescoço”?  Trata-se de um exercício (proposto pelos ativistas Francisco Antero e Luh Souza) em que cada pessoa deveria esticar o pescoço para dentro de lugares como joalherias, hospitais particulares e universidades para ver quantos negros encontra. Somado a isso, também é imprescindível atentar-se à falta de representatividade negra na grande mídia e na política! Esse exercício simples é revelador e vai de encontro com às estatísticas da desigualdade. Para começo de conversa, o IBGE aponta que no Brasil um negro ganha, em média, 57% do salário de um branco. A população negra e parda representa 52% da população brasileira e 71% da população analfabeta (de acordo com um levantamento da UFRJ) e o IBGE indica, ainda, que os negros são apenas 0,11% dos mestres e 0,03% dos doutores no Brasil.

3. O espanto frente ao caso Maju.

Lembra do #SomosTodosMaju? Quem parou para ler a chuva de comentários nas redes sociais pode perceber que muita gente se espantou ao ver que ataques desse tipo ainda são uma realidade. Para Djamila, não adianta indignar-se e pensar que esse é um caso isolado, é preciso reconhecer o racismo como problema estrutural. “Não dá pra ter indignação seletiva, revoltar-se com o que aconteceu com a jornalista, mas calar-se quando é com o porteiro, com o menino da periferia”. A indignação é positiva, mas ela é inócua quando não existe reflexão sobre o problema. O que cada um de nós tem feito para mudar essa realidade que nos incomoda?
ReproduçãoReprodução

4. O comentário de Luana Piovani frente às ofensas sofridas por Taís Araújo.

Taís Araújo também foi vítima de ataques nas redes sociais. Na ocasião, Luana Piovani alfinetou a colega: “(…) Sacanearam ela na internet? Foi isso? Porque eu sou blaster sacaneada e xingada na net e nunca saíram em defesa (…)”, escreveu Luana no Facebook. Relativizar a discriminação é só uma amostra da falta de entendimento a respeito do racismo e da injúria racial. Não é sobre ~sacanear~, é sobre disseminar o ódio direcionado a uma parcela específica da população.

5. O mito do racismo reverso.

“Não existe racismo de negros contra brancos porque este é um sistema de opressão. Negros não possuem poder institucional para serem racistas”, aponta Djamila. Gente, precisamos falar sobre privilégios! Para quem acha que ser chamado de “branquelo” tem o mesmo peso dos ataques sofridos pelas pessoas de pele escura, basta pensar em quantas vezes você sentiu que alguém não quis sentar ao seu lado no ônibus por ficar incomodado com a sua brancura. Quantas vezes você teve medo de perder uma vaga de emprego por ser branca demais. Quantos olhares atravessados teve que encarar por ser a pessoa mais branca de todas em algum evento. O mito do racismo reverso é esdrúxulo simplesmente porque não há histórico de perseguição político-cultural voltada aos caucasianos enquanto grupo étnico. Simples assim.

6. A discriminação disfarçada.

É o bom e velho “não sou racista, até tenho amigos negros” unido ao “poxa, isso foi só uma brincadeira”. Apenas pare! Também é importante falar sobre outro problema grave: a naturalização da ofensa racista. Lembra da torcedora gremista que foi flagrada chamando o goleiro Aranha (do Santos) de macaco? Na época ela pediu desculpas publicamente e declarou“Aquela palavra macaco não foi racismo da minha parte. Não teve intenção racista. Foi no calor do jogo, o Grêmio tava perdendo”. Gente, a partir do momento em que a etnia do sujeito vira pretexto para um xingamento, você está sim sendo racista. Você está contextualizando aquela etnia de forma pejorativa e, com isso, reforçando uma ideia de menos-valia. “As pessoas sequer entendem o quanto isso é ofensivo, pois aqui no Brasil a gente viveu durante muito tempo acreditando no mito da democracia racial. É preciso falar mais sobre isso, pois essa questão foi banalizada”, diz Djamila.
ReproduçãoReprodução

7. O conceito de cabelo “bom” e “ruim”.

Esse é outro flagrante da reprodução de conceitos culturalmente estabelecidos para desvalorizar as características étnicas dos negros. Pare e pense: baseado em que é legítimo afirmar que um cabelo é melhor do que o outro? Com isso, também é importante compreender que o resgate do cabelo afro (a chamada transição capilar) é muito mais do que uma simples tendência de moda. Esse movimento diz respeito a uma revolução muito maior! “A nossa beleza foi estigmatizada, pois há um padrão eurocêntrico de beleza que inferioriza o negro. Valorizar as nossas características é um ato político, pois estamos indo contra esse padrão. Também vale lembrar sobre a importância de ver a beleza negra como algo diverso. Não existe uma única beleza negra, nossas características são muito variadas”, comenta Djamila.

8. O não-cumprimento da lei 10.639.

Você sabia que existe uma lei prevendo que a história e a cultura afro-brasileira sejam ensinadas em todas as escolas do Brasil? Essa lei está em vigor desde 2003, mas ainda é pouco fiscalizada. Segundo Djamila, alguns municípios fazem o acompanhamento junto às escolas, mas não há esforços à nível estadual e nacional. “A escola poderia ser um espaço muito importante de mudança, mas acaba sendo um ambiente de reprodução da mentalidade opressora”.
ReproduçãoReprodução

9. O desrespeito às religiões de matriz africana.

A tolerância religiosa é outro mito contemporâneo. Na política, o mesmo grupo que defende o direito à livre expressão das convicções cristãs é aquele que persegue religiões como umbanda e candomblé. Há poucas semanas, vereadores evangélicos de Petrolina/PE pediram ao Ministério Público que retire do Rio São Francisco as imagens de Iemanjá e do Nego D’Água, inauguradas há três anos. Eles alegam que as esculturas ferem a constituição, já que o rio é laico e não deveria estar ligado a religião alguma. A contradição tacanha é facilmente perceptível, uma vez que esse mesmo rio leva o nome de um santo católico. Mas isso parece não incomodar os vereadores. Se essa premissa da inconstitucionalidade fosse aplicada à risca, nem o Cristo Redentor escaparia! “A mitologia negra foi historicamente demonizada e essa é mais uma das facetas do racismo estrutural. As pessoas sequer se dão conta disso, pois essa demonização já foi naturalizada”, aponta Djamila.

10. O mapa da violência no Brasil.

Divulgado esse mês, o mais recente levantamento do Mapa da Violência fala especificamente sobre homicídio de mulheres. É muito assustador ver que, por mais que o número de homicídios de mulheres brancas tenha diminuído, a soma total de homicídios cresceu, tamanho foi o aumento do número de vítimas negras. Ou seja: nem mesmo a diminuição dos casos envolvendo brancas conseguiu fazer com o total de homicídios diminuísse. Entre 2003 e 2013, os homicídios contra mulheres brancas caiu 11,9% e o de negras aumentou 19,5%, o que acarretou num aumento total de 8,8%.
Mapa da Violência 2015 - Homicídio de mulheres no BrasilMapa da Violência 2015 – Homicídio de mulheres no Brasil
Já em 2013, o Mapa da Violência (no estudo intitulado Homicídios e Juventude no Brasil) informou que os negros representam 71,4% das pessoas assassinadas em nosso país. Em entrevista ao UOL, o coordenador das pesquisas Julio Jacobo Waiselfisz explicou o fenômeno: “Na prática, a população branca que tem mais recursos paga por uma segurança extra. Isso acontece nas lojas, nos shoppings para onde esse público vai. Na realidade, a população branca acaba tendo acesso a duas formas de segurança: a do Estado e a privada”.
Na teoria, a Constituição Federal prevê direitos iguais a pessoas de qualquer etnia. Na prática, infelizmente a realidade ainda é outra. E a gente precisa falar mais sobre isso. Todos nós! Se você não sente na pele a opressão racial, logicamente você não deve querer protagonizar essa luta, mas, como explica Djamila, pode contribuir para que ela ganhe força: “A pessoa branca está acostumada a ser representada em todos os espaços, por isso ela precisa aprender a ouvir o outro lado. A escuta é muito importante para compreender e respeitar a vivência negra”. Primeiro dar espaço à voz do outro, depois refletir sobre nossas atitudes individuais e, por fim, mudar o comportamento no dia a dia. Não espere que uma personalidade seja atacada para demonstrar solidariedade, reprima o racismo hoje mesmo. E sempre!


http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/10-fatos-contemporaneos-para-refletir-sobre-racismo-no-brasil/

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

CORTINA SENSORIAL

|



A primeira brincadeira coletiva aconteceu em uma praça.. e o resultado? Uma incrível cortina colorida feita com 50 garrafinhas sensoriais. Foi um enorme sucesso! Nesse post, você encontra algumas ideias interessantes que vão facilitar o seu trabalho e o melhor, encantar os pequenos.

Garrafas sensoriais são incríveis, elas realmente funcionam! Aqui vão algumas dicas básicas:

• Trabalhe com opostos. Faça garrafas leves usando isopor, papel, penas ou folhas e outras pesadas, com areia, pedregulhos ou gel.

• Abuse das cores. Para colorir água ou gel bastam algumas gotas de corante ou tinta. O resultado fica lindo!

• Monte versões sonoras, que funcionem como chocalhos. Use grãos, macarrão, pedregulhos, clipes de papel, botões ou qualquer coisa que você encontrar no fundo da gaveta. Uma versão que adoramos é misturar arroz e palitos de dente para criar um barulhinho que lembra a chuva caindo.

• Congele uma garrafa com água para brincar com as sensações térmicas.

• Explore movimento. Coloque pequenos objetos dentro do gel ou da água e veja como é gostoso ficar observando o vai e vem. Use penas ou flocos de isopor, que flutuam no ar. Água e óleo não se misturam mas dançam pra lá e pra cá ,criando lindas bolhas. Chacoalhando um pouco de água colorida com sabão surge uma espuma divertida que escorre lentamente pelas paredes da garrafa. Grãos como milho e feijão rolam de um lado para o outro.

• Esconda pequenas surpresas. Um bichinho de plástico no meio das folhas, uma concha dentro da areia, estrelinhas misturadas no isopor, botões no meio do celofane… basta usar a imaginação. Nós aproveitamos muitas coisas que achamos pela casa: as contas de uma pulseira que quebrou, florzinhas que vieram enfeitando uma sacola, guizos que sobraram de uma brincadeira, restinhos de lã e folhas e sementes que pegamos no parque.

• Brinque com o faz de conta e crie garrafas temáticas. Explore as estações do ano, faça um fundo do mar, uma praia, uma selva. Use purpurina, lantejoulas, estrelinhas e qualquer miudeza que encontrar para dar um toque especial e estimular ainda mais a curiosidade dos pequenos. E dos grandes também!

Agora é só encher suas garrafinhas de ideias! Tem mais dicas depois das fotos. ♥





DICAS

Lacre muito bem as garrafinhas com cola e fita adesiva para brincar com segurança!
 
Peça garrafinhas vazias em restaurantes ou lanchonetes.
 
Deixe as garrafas destampadas para que fiquem bem secas antes de colocar coisas dentro.
 
Tire os rótulos e coloque fita adesiva ou papel para cobrir as sobras de cola.
 
Escolha garrafas com plástico mais grosso. As finas podem amassar com facilidade e até mesmo rasgar.
 
Não faça garrafas pesadas demais e não esqueça de deixar espaço para que os elementos se movimentem.
 
Para os menores, durante a exploração diga o nome das cores, explique a diferença entre quente e frio, leve e pesado, descreva o que tem dentro das garrafas. Usar diferentes palavras contribui para a construção do repertório da fala.
 
PRINCIPAIS ESTÍMULOS

Visão, tato e audição. Usar diferentes materiais permite uma fantástica exploração sensorial.
 
Coordenação motora. Controlar os movimentos das garrafinhas cheias exercita a coordenação.
 
Concentração. Explorar as surpresas de cada garrafa estimula a atenção da criança.
 
SEGURANÇA

Não esqueça: cole a tampa e passe fita adesiva ao redor para evitar que se abram durante a brincadeira.
 
Lave a garrafa por fora pois crianças pequenas costumam colocar na boca.
 
Caso a garrafa quebre ou abra, muita atenção para que a criança não coloque o conteúdo na boca.
 
Ao pendurar as garrafas cuide para que não empurrem com muita força, evitando acidentes.
 
Nunca deixe crianças brincando sem supervisão. É muito importante que tenha sempre um adulto acompanhando a atividade.
 
PREPARO e BAGUNÇA

Preparar 50 garrafas deu trabalho! Mas foi gostoso demais e algumas duram muitos meses.
Depois de tudo pronto, não tem bagunça.

Acesse o conteúdo original: MASSACUCA

http://www.somardidaticos.com/single-post/2016/07/12/Cortina-Sensorial

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...